Conheça vários tipos de fluxo de caixa e veja qual melhor se adequa a realidade de sua empresa para começar a acompanhar de perto o desempenho financeiro de seu negócio.

Acompanhar o fluxo de caixa de sua empresa é uma atividade das mais importantes. Afinal de contas, sem conferir de perto todas as entradas e saídas fica muito difícil conhecer o desempenho financeiro de seu negócio ou perceber problemas como um aumento inesperado em determinado centro de custos.

E ao contrário do que a maioria dos empreendedores pensam, existem várias formas de se organizar para essa demanda. Isto é, existem vários tipos de fluxo de caixa. Quer conhecer os principais deles? Confira o post de hoje!

Fluxo de caixa operacional

O fluxo de caixa mais conhecido do público em geral é chamado de operacional. Ele leva esse nome, pois a metodologia aqui empregada envolve contabilizar apenas movimentações ligadas a despesas de custeio consideradas essenciais e receitas ordinárias.

Assim, na hora de realizar os registros, você levará em consideração apenas gastos com pagamento de fornecedores, folha de pagamento e suas receitas ordinárias. Aspectos como impostos, investimentos e capital de giro não entram na conta.

Para negócios considerados de baixa complexidade, que ainda não tem uma grande variação na relação de receitas e despesas, esse pode ser um bom fluxo de caixa a ser adotado.

Fluxo de caixa projetado

Diferentemente do fluxo de caixa operacional, o fluxo de caixa projetado leva em conta apenas despesas e receitas futuras. O que se quer aqui é obter uma previsibilidade nas entradas e saídas para os próximos períodos, evitando ser pego de surpresa.

Em meio a esse esforço, você deverá estimar, baseado nos registros contábeis dos meses anteriores, quais serão os lançamentos futuros em seu caixa. Além disso, também é importante se antecipar a qualquer eventualidade, o que significa projetar receitas e despesas extraordinárias, que não acontecerem nos últimos períodos.

Fluxo de caixa direto

O fluxo de caixa direto, certamente, é o mais aplicado pelas empresas em geral. Assim como o operacional, leva-se em consideração todas as receitas e despesas ordinárias, que acontecem de forma recorrente. A diferença é que esse indicador também levará em conta todo e qualquer investimento.

Assim, a reforma nas instalações de sua empresa ou a aquisição de um novo equipamento será contabilizada nos lançamentos a serem efetuados. Naturalmente, essa é uma metodologia mais assertiva para maioria das empresas, pois engloba uma abordagem mais completa de todas as entradas e saídas.

Fluxo de caixa indireto

O fluxo de caixa indireto, diferentemente de todos os demais que foram apresentados, não visa acompanhar as entradas e saídas de seu caixa puro e simplesmente levando em consideração a natureza da receita ou despesas. Seu objetivo é verificar se a operação da empresa ao longo de um ano fiscal apresenta lucro ou prejuízo. Assim, anualmente, será apurada a DRE, sigla para Demonstração do Resultado do Exercício.

Trata-se de resumir todas as despesas de custeio, investimento e receitas de todos os tipos. Essa é, inclusive, uma obrigação do ponto de vista legal, o que costuma demandar a contratação de um serviço de contabilidade.

E aí, o que você achou do artigo de hoje? Conte para gente nos comentários um pouco de sua experiência com o fluxo de caixa de sua empresa!